segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pantone: apenas um sistema de cor ou uma marca?

A Escala Pantone é sinônimo de cor
A escala Pantone: um sistema de cor e uma marca
O sistema Pantone na indústria gráfica
Ao contrario do que muitos imaginam, a Pantone Inc., é uma empresa sediada em New Jersey e conhecida pelo seu sistema de cor, o “Pantone Matching System” ou PMS, largamente utilizado na indústria gráfica, além de ocasionalmente nas indústrias têxtil, de tintas e plásticos.
Lawrence Herbert, fundador da companhia, desenvolveu o primeiro sistema de cores em 1963, que consistia em um sistema de identificação precisa de cores, através de numeração, não havendo a possibilidade de subjetividade humana. Este trabalho foi desenvolvido, pois Herbert acreditava que o espectro de cores é visto e interpretado diferentemente por cada indivíduo. 
Portanto, o conceito do sistema Pantone é sinalizar no projeto gráfico as cores desejadas, através de suas respectivas numerações, com base nos guias e assim garantir a uniformidade das cores nos impressos.
A Escala Pantone é sinônimo de cor
Há mais de quarenta anos a empresa americana de tintas Pantone Inc desenvolveu um sistema numérico para identificar as cores de tintas, com alta regularidade e padrão na produção. Assim, tornou-se muito mais confiável transmitir a intenção de cor de um projeto gráfico, pois as cores não ficam sujeitas à subjetividade humana.
Por ser composto por um único pigmento de cor, garante uma maior fidelidade de cor nos impressos gráficos, além de permitir que cores especiais sejam impressas, como as cores metálicas e fluorescentes. Sendo assim, a maior parte das cores do sistema Pantone não pode ser reproduzida pelo sistema de cores CMYK, já que este é composto pela mistura de quatro pigmentos primários. As que permitem tal simulação são descritas nos guias da empresa.
Uma cor Pantone pode ser facilmente identificada com um conta-fio ou lupa. Ao contrário do sistema CMYK, não haverá retícula visível e a cor será chapada.
O sistema Pantone na indústria gráfica
Para que os arquivos obtenham um resultado de cores satisfatório, é necessário trabalhar com o sistema CMYK, que utiliza pigmentos nas cores Ciano, Magenta, Amarelo e Preto. Conhecido como quadricromia, é um método de subtração de cores que funciona pela absorção de luz.
Além do CMYK, também é utilizado pela indústria gráfica o sistema Pantone, também chamado de cor direta (ou spot color, em inglês) que é conhecido mundialmente como a linguagem padrão para cores e é utilizada na indústria gráfica para atingir a cor exata, principalmente em logotipos. 
Por se tratar de cores prontas ou exatas, são impressas fora da composição CMYK e normalmente em complemento a este sistema.
Ao utilizarmos esta escala em projetos gráficos, é necessário fazer / comprar a tinta correspondente misturando-as de acordo com a fórmula constante nos guias. Portanto, o Pantone só deve ser inserido na paleta de cores do layout se o produto final for impresso com essa tinta especial.
Em quais casos utilizamos o Pantone?
A escala PANTONE pode ser utilizada nas seguintes situações:
• Quando é necessário trabalhar com uma ou mais cores especiais, que o sistema CMYK não consegue representar;
• Necessidade de cores metalizadas ou fluorescentes; 
• Quando o logotipo da marca ou produto precisa, obrigatoriamente, manter o padrão de cores estabelecido; 
Lembre-se que o Pantone não será aceito em impressão de fotos coloridas, sendo obrigatório imprimir em CMYK. No entanto, estas aplicações são válidas para impressão offset. Em impressão digital, por exemplo, não é possível utilizar a escala desenvolvida por Herbert, sendo necessário converter todas as cores para CMYK.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Layout Cartão de visita.










Cartão em couchê 300gr,
Laminação Fosca
Verniz Localizado
4x4

Está chegando galera não fiquem fora dessa. UNIFAFIBE BEBEDOURO


Conheça dicas sobre iluminação para fotografar melhor pessoas e objetos

De fotos casuais a profissionais, a relação entre o fotógrafo e os pontos de iluminação é sempre um desafio. Conheça técnicas, configurações e truques para obter boas imagens mesmo quando a luz não ajuda.
O importante é testar as possibilidades do seu equipamento e utilizar a configuração ideal para cada clique, já que nem sempre podemos controlar a iluminação do ambiente onde estamos.
Ajuste a sensibilidade (ISO) em ambientes escuros
No modo “easy”, a câmera aumenta automaticamente a sensibilidade ISO do sensor para captar mais detalhes da imagem, de acordo com a luz do ambiente.
Mas o ideal é que você conheça as possibilidades de sua câmera e use a ISO que permite captar imagens sem perda de qualidade, pois, quanto maior a sensibilidade, maior é o risco de obter ruído na imagem.
Vale lembrar que quanto maior a sensibilidade, maior será a velocidade que você poderá atribuir ao obturador, evitando imagens tremidas.
Conforme observamos na imagem acima, com ISO 100 (uma baixa sensibilidade) a imagem ficou “tremida”, pois a câmera precisou de mais tempo para registrar a imagem e a modelo se movimentou. Por outro lado, a imagem capturada com ISO 6400 (uma sensibilidade alta) a câmera registrou a imagem muito rapidamente (imagem “congelada”), mas apresentou ruído. Neste situação o melhor seria continuar a fotografar com sensibilidade ISO entre 800 e 1600.
A iluminação ideal para objetos pequenos
Para obter imagens impecáveis de objetos pequenos com fundos neutros (branco, preto ou colorido), profissionais utilizam a “tenda de luz”, também chamada de “barraca de luz” ou “barraca difusora”.
O termo “difusor” é atribuído pelo fato das laterais e topo serem feitos de material translúcido. Isto permite suavizar a luz que entra na tenda, iluminando o objeto de maneira mais uniforme, suavizando as sombras.
As versões profissionais menores (30 x 30 x 30 cm) podem ser encontradas a partir de R$ 100, mas improvisando com materiais com uma caixa de papelão, você não gastará muito. Utilizando uma caixa de papelão, tecido e fita adevisa, é possível construir sua própria tenda. Em outro exemplo, o fotografo utilizou apenas um balde branco translúcido.
Em nossa matéria sobre como fotografar objetos que refletem, ensinamos algumas técnicas para fotografar este tipo de objeto sem que o reflexo do ambiente e do próprio fotógrafo interfira na imagem.
Usando flash em fotos macro
Quem já tentou usar o flash embutido da câmera em fotos macro deve ter percebido que os resultados não são nada legais. O equipamento indicado para esta situação é o flash circular (“ring flash”).
dicas-iluminacao-ring-flashExemplos de uso do flash circular (Foto: Reprodução/Wikipedia)
Flash circulares podem ser encontrados a partir de aproximadamente R$ 200, e as versões mais avançadas custam mais de R$ 2.000. Mas também é possível improvisar um difusor que pode te ajudar a obter resultados razoáveis. Você deve utilizar materiais translúcidos, fazer um orifício que permita encaixar na lente, e o “anel” irá distribuir a luz ao redor da lente.
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Improvisando iluminação com difusores
O “softbox” é um equipamento profissional utilizado em conjunto com refletores (lâmpada) para iluminar objetos e pessoas. O softbox é como uma a armação de um abajur, com um tecido translucido na frente para suavizar a luz. E o refletor seria a parte elétrica, onde se encaixa a lampada.
Profissionais usam refletores com softbox, presos a um tripé que possibilita ajuste de direção a altura. Caso deseje adquirir este tipo de equipamento, fique atento, pois estas partes são vendidas separadas.
dicas-iluminacao-explicacao-softbox
Você pode improvisar um difusor com uma simples folha de papel enrolada e fixada com clipes sobre um abajur de mesa.
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As luminárias com braços flexíveis são ideais para você direcionar a luz para onde deseja, e fotografar pessoas, ambientes e objetos como desejar.
No exemplo abaixo, observe que a sombra projetada é bem mais suave quando usamos o difusor. Além disso, as cores do objeto são melhores retratadas, pois as áreas brancas provocadas pelo excesso de luz se amenizam (algo semelhante acontece com rostos).
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Ajuste a potência do flash
Quando câmera ajusta automaticamente a potência do flash, geralmente os resultados não agradam. Este é um dos motivos que leva muitas pessoas a criarem certa resistência ao uso de flash.
Acredite, o flash é seu amigo. É possível ajustar sua potência para evitar a “cara de susto” e a formação de sombras muito fortes. A diferença entre os resultados usando a potência incorreta e a ideal é absurda.
dicas-iluminacao-potencia-flash
O sistema de medição da luz do ambiente em câmeras avançadas geralmente acerta na configuração da potência do flash. Mas esta é uma questão de gosto e percepção de cada pessoa. Se você não está usando um equipamento profissional e o ambiente está escuro, não há problemas se a imagem ficar um pouco escura. Não é preciso aumentar a intensidade do flash a ponto de deixar as pessoas com “cara de susto”.
Conheça os difusores de flash
O flash é uma luz muito potente, que promete ser útil para fotografar ambientes e objetos. Por isso, ele pode parecer excessivo quando fotografamos pessoas e objetos quando estão próximos. Se diminuir a potência do flash não é suficiente, você pode usar o difusor de flash para suavizar seus “efeitos colaterais”.
Há modelos para câmeras compactas que possuem sapata, onde o difusor ficará à frente do flash. Pode parecer desajeitado, mas os resultados valem a pena.
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Também existem modelos de difusores que se encaixam no próprio “flash pop-up” (aqueles que se abrem) de câmeras superzoom e DSLR. Estes modelos que podem ser encontrados por cerca de R$ 70.
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Os modelos “caseiros” são bem fáceis de fazer. Você pode utilizar desde uma simples folha de papel, até embalagens de plástico translúcido. Com este tipo de acessório, a luz a distribuída pelo ambiente e incide com menos voracidade nos objetos mais próximos.
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A quantidade de luz que atravessa o difusor e “rebate” pelo ambiente vai depender do grau de transparência do material. No exemplo acima, foi usado um cartão de visitas, e como ele é mais espesso, parte da luz é filtrada e boa parte se espalha pelo ambiente a capta a cena sem “excessos” e “explosões” de pontos iluminados.
No exemplo abaixo, utilizamos um difusor com papel sulfite em volta do flash embutido. A diferença na imagem pode ser sutil, mas com o difusor percebemos mais naturalidade nas feições.
dicas-iluminacao-exemplo-cartao
Passo a passo para obter uma boa imagem em condições adversas sem apelar para o flash
Este é um guia para obter boas imagens no modo manual.
Passo 1. Aumente o ISO até a sensibilidade que sua câmera aguenta sem gerar “ruído”. Alguns modelos suportam captar imagens com ISO 3200 apresentando um ruído mínimo.
Passo 2. Ajuste a velocidade para 1/50 s. Esta é uma boa velocidade para capturar momentos espontâneos, evitando imagens “tremidas”.
Passo 3. Aumente a abertura ao máximo. Lentes “claras” como a famosa 50 mm permite abertura de f/1.8, mas o fundo ficará desfocado. Avalie se o efeito gerado te agrada, ou não. Se preferir o fundo nítido, utilize aberturas menos. As lentes mais comuns das DSLR, as 18 ~ 55 mm geralmente possuem abertura máxima de f/3.5.
Passo 4. Teste sua imagem.
Passo 5. Se a imagem ficou escura, você pode diminuir a velocidade (correndo o risco da imagem ficar tremida) ou aumentar a sensibilidade ISO (correndo o risco de obter uma imagem com ruído).
Bem, melhor ter uma imagem com ruído do que “borrada”. Se você mudar de ideia, acione o flash, ajustando sua potência para a mínima possível.
Crie cliques criativos
Depois de aprender um pouco sobre estes truques de iluminação e configuração do seu equipamento, experimente. Tente reproduzir em casa os “ambientes hostis” para fotografia e treine.
Simule em escala reduzida, cenas que você gostaria de clicar, e teste todas as configurações indicadas e as não indicadas pelo modo automático da sua câmera.
dicas-iluminacao-montagem-iluminacaoMontagem de cena com objetos (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)
Questione tudo o que o modo “easy” diz pra você fazer, e tente obter resultados semelhantes usando configurações diferentes. Os modos de cena também podem ser boas fontes para análise. Veja as diferenças das configurações dos modos “fogos de artífício”, “praia” e “neve”.
dicas-iluminacao-direcao-iluminacao
Observe que diferentes ângulos do objeto em relação ao ponto de iluminação, podem resultar em diferentes percepções. No exemplo abaixo, apesar da modelo manter a mesma posição e expressão, cada imagem “comunica” sentimentos diferentes. Explore este conceito nos seus próximos cliques!
É através de testes que você imprime cada vez seu próprio estilo na fotografia, e para te ajudar nesta experimentação, sugerimos que você confira nossas dicas sobre como fotografar o por do solcomo fotografar estrelas e como fotografar usando longa exposição.
Dicas importantes
Equipamentos fotográficos profissionais não deixarão de ter seu valor. Se você fotografa profissionalmente, tenha equipamentos profissionais. Clientes podem estranhar “gambiarras” e materiais improvisados.
Não utilize colas e fitas adesivas aplicados diretamente na câmera. Você pode emperrar partes móveis e danificar seu equipamento.
Ao utilizar papéis e plásticos sobre lâmpadas e materiais elétricos, certifique-se que eles não estão em contato direto. Lâmpadas esquentam e há risco de tudo pegar fogo.
Pesquise sobre flash externo. As limitações do flash embutido são análogas às limitações da “lente 18 ~ 55 mm do kit”. Com o tempo, você percebe isso. Alguns até dizem que “não é possível fazer nada com o flash embutido”. Pode parecer exagero, mas o flash externo dá ao fotógrafo uma nova experiência totalmente diferente com a luz. E como todos sabem, luz é imagem.

Propagandas Desenvolvidas para Revista








Fotografia: 5 dicas para melhorar as suas fotos

Uma das primeiras preocupações de quem começa a fotografar é saber configurar bem a câmera. Apesar de ser muito importante entender o equipamento e saber como conseguir extrair dele o que você precisa, isso não é tudo. Veja algumas dicas importantes para conseguir criar fotografias mais bonitas com o equipamento que você tem em mãos.

A escolha mais importante

Objetos do dia a dia podem virar personagens de fotografias mais interessantes (Fonte da imagem:Ana Nemes)
As boas fotografias são aquelas que apresentam um assunto que desperte o interesse. Isto é, a principal escolha de um fotógrafo é decidir exatamente o que fotografar, já que isso faz toda a diferença no resultado final.
Não precisa ser algo excepcional, único. Objetos simples e cotidianos podem se tornar grandes assuntos para uma foto, basta saber o que você quer mostrar deles. A natureza guarda surpresas positivas para os olhos mais atentos, como pequenos insetos, flores, teias de aranha e muito mais.
Olhe de perto para encontrar imagens inusitadas da natureza (Fonte da imagem: Brian Valentine)
Até o que é visto como “feio” normalmente, ou sem atrativos, pode render uma fotografia interessante. Tudo depende do olhar do fotógrafo, de como ele passa a mensagem para quem for ver a imagem. Dessa forma, assim que o assunto da imagem for escolhido, é hora de saber encaixá-lo na foto.

Enquadre a cena

Nós já vimos um pouco sobre enquadramento, no artigo sobre a regra dos terços. Saber compor a cena é importantíssimo, pois enriquece o que está sendo fotografado. A regra dos terços é um auxiliar para quem quer criar imagens bonitas, mas existem outras dicas importantes.
Elementos em espiral ajudam a criar uma boa composição (Fonte da imagem: Sebastian Bergmann)
Se você puder, aproxime-se do objeto, pessoa ou construção que você está fotografando. Uma fotografia interessante é aquela que revela um novo olhar sobre assuntos cotidianos. Mostrar algo bem de perto força a pessoa que estiver vendo a sua fotografia a pensar diferente, a ver algo de forma diferente. Chegue perto do rosto de alguém e fotografe as suas expressões, revele visões que não são vistas todos os dias.
Muitas vezes nós somos surpreendidos por fotografias de objetos cotidianos, mas retratados de uma forma diferente. Arrisque uma nova visão. Ao caminhar nas ruas, repare na arquitetura escondida, olhe mais para cima, veja novos ângulos. Isso é o que chamamos de “olhar”. Para se tornar um bom fotógrafo, é preciso ser um bom observador.
Na fotografia, não existem pontos de referência fixos, você pode girar e inverter a imagem depois, dando um nó na cabeça de quem vê o que foi retratado. Paisagens cotidianas podem se tornar uma fotografia inusitada, basta mudar o ângulo ou encontrar novas formas de olhar!
Mostre a cena de formas alternativas (Fonte da imagem: Ana Nemes)
Abuse das linhas retas, das espirais e dos contrastes entre claro e escuro, bonito e feio, novo e velho etc... Isso enriquece a fotografia e faz com que assuntos batidos ganhem uma nova abordagem. Para auxiliar o fotógrafo, existe outro fator importante: a luz!

Ilumine a imagem

Quando se fala em luz para fotografia, muitas pessoas pensam em todo um equipamento de estúdio profissional e caríssimo, mas isso é apenas uma das possibilidades. Existem muitas fontes de luz caseiras, que você pode usar sem precisar gastar nada, ou quase nada!
A luz do sol pode criar efeitos que enriquecem a imagem (Fonte da imagem: Pablo Marques)
A primeira alternativa sempre é o sol. Seja fora de casa, usando a iluminação direta, ou em um ambiente interno, utilizando a iluminação do sol refletida nas paredes, essa fonte de luz pode trazer resultados maravilhosos, basta saber usar.
Aproveite as sombras causadas pela iluminação do sol, principalmente em dias com poucas nuvens, em que elas se tornam bem marcadas. O efeito de claro e escuro enriquece a fotografia, só é preciso tomar cuidado para não esconder com as sombras detalhes importantes das pessoas e objetos fotografados.
Aproveite a iluminação natural para criar efeitos com as sombras 
(Fonte da imagem: Andreas sureShut)
Se você quiser uma fonte artificial de luz, pode usar luminárias de mesa, lâmpadas de teto, luzes de jardim etc... Não pense que é preciso gastar muito com isso, pois materiais caseiros dão efeitos legais nas imagens e custam pouco. É claro que, no estúdio, uma iluminação adequada é necessária, porém isso não é o principal para fazer a foto melhor ou não. Quando a luz não for suficiente, apoie a sua câmera e aumente o tempo de exposição.

Utilize um apoio firme

Muitas vezes, a iluminação local não é suficiente e você não quer, ou não pode, adicionar outras fontes de luz. Nesses casos, o tripé pode ser seu melhor amigo. Com ele você tem um apoio firme para a sua câmera e pode ajustar a exposição e a abertura sem se preocupar em tremer.
Não é preciso usar, necessariamente, um tripé. Para uma maior mobilidade, existem apoios semelhantes, porém com um pé apenas, que servem para dar mais agilidade ao fotógrafo. Eles são presos da mesma forma que os tripés, porém são mais leves e ágeis.
Utilize o batente da janela para apoiar a máquina e tirar fotos noturnas da cidade (Fonte da imagem:Stefan Bäurle)
Você também pode usar superfícies planas e firmes, como armários, muros etc... O que estiver ao seu alcance pode ser usado, se puder deixar a máquina parada e estável. Se você não puder apoiar a máquina em nenhum local, aqui vai uma dica importante: mantenha os seus braços bem próximos ao corpo, abra um pouco as pernas para dar mais estabilidade e segure a máquina de maneira firme. As chances de você conseguir não tremer são maiores dessa forma!

Configure a sua câmera

Se você pensou em todos os aspectos descritos acima, é claro que não vai querer perder o brilho da foto com um ajuste mal feito, não é mesmo? Gaste um pouco de tempo configurando a exposição, abertura do diafragma, ISO e balanço de brancos.
Tente fazer a sua foto ficar o mais interessante possível usando apenas os recursos da máquina. Os ajustes finais, como retoques na saturação, contraste e brilho, podem ser feitos posteriormente no Photoshop, deixando a imagem com aparência profissional.
Faça os ajustes finais no Photoshop para dar um ar mais profissional para a sua foto (Fonte da imagem: Luis Hernandez)
Todas as semanas o Tecmundo e o Baixaki apresentam um artigo sobre o tema fotografia, para quem quer aprender mais sobre essa forma de arte que tem tudo a ver com tecnologia. Fique de olho para não perder nenhuma dica!

Tutorial Photoshop CS6 - Manipulação de imagens #3






sexta-feira, 15 de agosto de 2014

14 dicas para criar interfaces com o Illustrator

O Designer Vincent Le Moign desenvolveu um site chamado Speed Design with Illustrator apresentando várias dicas para aumentar sua produtividade.


Muitos UI Designers projetam suas interfaces utilizando o Illustrator por ele trabalhar com vetores, garantindo que o máxima do “Pixel Perfect” seja cumprida completamente. Embora não seja a única ferramenta capaz disso, ela é uma das alternativas para quem estava acostumado a utilizar o Fireworks. Outra vantagem é a agilidade que ela proporciona, e se você trabalha ou está pensando em trabalhar com Illustrator, é expressamente recomendado que você aprenda alguns macetes para melhorar sua produtividade.

Foi pensando nisso que o designer Vincent Le Moign criou um site chamado Speed Design with Illustrator com várias dicas para você agilizar o desenvolvimento das suas interfaces. Ele explica como criar botões dinâmicos, como editar estilos de parágrafo apenas com um clique e diversos processos super interessantes.
É válido de nota que estas dicas não se restringem somente a esfera do design de interfaces, porque elas podem ser úteis para qualquer tipo de trabalho envolvendo a ferramenta.
Speed Design with Illustrator
Speed Design with Illustrator

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Grandes nomes da história do design gráfico – Shigeo Fukuda

Olá criativos! Inauguro hoje uma série de posts que apresentará para vocês alguns dos maiores designers gráficos da história; aqueles profissionais que contribuíram para a tão rica trajetória do design gráfico. O post informará uma breve biografia, exemplos de trabalhos mais famosos e ao fim, indicarei um livro para quem quiser se aprofundar mais nos trabalhos do designer em questão. Após a leitura, gostaria de um feedback de vocês, leitores. Aprovam a ideia destes artigos?

Pois bem, quem estreia nossa sequência de colunas é o designer gráfico japonês Shigeo Fukuda. O designer nasceu em Tóquio, em 1932 e infelizmente faleceu em 2009, em decorrência de um ataque cardíaco. Filho de uma família de fabricantes de brinquedos, desde pequeno gostou de se aventurar na arte do origami e quando mais velho, se graduou no Departamento de Design da Universidade Nacional de Belas Artes e Música de Tóquio, em 1956. 
Shigeo Fukuda
Fukuda atuou principalmente como designer de cartazes e escultor. Foi o primeiro designer japonês a ser reconhecido e incluído no  New York Art Directors Club Hall of Fameuma das mais famosas organizações de profissionais do design e da indústria criativa (que conta com nomes como Andy Warhol, Paul Rand e Walt Disney em seu “hall da fama”).
Seus trabalhos são fortemente influenciados pelo Estilo Internacional Suíço, pela precisão dos traços, clareza das mensagens e tipografia de alta legibilidade. Ganhador de inúmeros prêmios, seu primeiro trabalho ganhou destaque em uma premiação na Tchecoslováquia em 1966. Um ano depois, seus cartazes foram encomendados pela organização da Expo 67 de Montreal, tornando sua produção conhecida.
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Durante a década de 1960, Fukuda começou a se interessar pelo ilusionismo e o empregou com maestria em seus pôsteres. O designer era consciente de seus deveres como cidadão e era profundamente ligado as causas sociais e culturais. Sua originalidade visual unia a expressividade do design japonês às exigências das comunicações de um mundo globalizado.


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Seu cartaz mais célebre, intitulado Vitória 1945, é uma crítica feroz a falta de sentido das guerras. É uma ilustração de um canhão com seu disparo voltando para si, o selando para sempre. Um exemplo claro das mensagens presentes nos cartazes de Fukuda, de formas simples recheadas de sátiras. Este trabalho foi ganhador do Concurso de Cartaz de Varsóvia de 1975 e o designer destinou todos os ganhos para a Peace Fund Movement, um movimento em prol da paz.
Se você se interessou pelos trabalhos deste grande comunicador gráfico, vale a pena consultar o livro Shigeo Fukuda MasterworksE como disse lá em cima, Fukuda foi também um escultor de sucesso… Que tal conhecer os trabalhos da outra faceta do artista? Confira aqui neste link. Abaixo alguns dos maiores cartazes do designer japonês. Até a próxima, galera!
http://www.moillusions.com/shigeo-fukudas-encore/

Dicas de Photoshop




Significado da Teoria das Cores

O que é a Teoria das Cores:

Teoria das Cores são os estudos e experimentos relacionados com a associação entre a luz a natureza das cores, realizados por Leonardo Da Vinci, Isaac Newton, Goethe, entre outros.
Leonardo Da Vinci, em suas pesquisas e formulações retratadas no livro "Tratado da Pintura e da Paisagem – Sombra e Luz", afirmava que a cor era uma propriedade da luz e não dos objetos.
Mais tarde, o físico inglês Isaac Newton, nos seus experimentos estudou a influência da luz do sol na formação das cores. Newton estudou o fenômeno da difração, que consistia na decomposição da luz solar em várias cores quando atravessava um prisma, e denominou o conjunto de cores como espectro.
Círculo CromáticoO espectro é formado pela união das cores vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. As sete cores que compõem a luz do sol e que formam o arco-íris.
O círculo cromático contém 12 diferentes cores, que ajudam a visualizar as cores primárias, secundárias e terciárias que formam o espectro visível.
O branco e o preto (convencionalmente designados por cores) são apenas resultado da presença ou ausência de luz. A cor branca é a luz pura, em que há uma reflexão total das sete cores; a cor preta é ausência total de luz, pois as cores não se refletem, elas são absorvidas.
Quando a luz do sol incide em um objeto branco, este reflete os raios solares enquanto um objeto preto absorve todos os raios solares.
Os estudos realizados pelo escritor alemão Goethe influenciaram a percepção subjetiva das cores e a relação entre as cores e a Psicologia e Fisiologia.

O que é tipografia?


O que é tipografia?






Sem sombra de dúvida, a tipografia é uma das matérias mais importantes do design, seja ele gráfico, web ou de produto. Entender o que é tipografia é algo vital para o aprendizado de qualquer designer.




O que significa tipografia?

Originalmente, tipografia é a impressão dos tipos. É uma forma de arte pouco utilizada hoje em dia, pois tudo é feito no computador.
Tipologia é o estudo da formação dos tipos. Isso é algo que cresce a cada dia, com a popularização de software para criação de tipos.
No final das contas, a nomenclatura utilizada é “tipografia” e pronto, do mesmo jeito que “tipo” é chamado de “fonte”.
Nomenclatura da Tipografia
O termo “tipo” é o desenho de uma determinada família de letras. Verdana, Arial, Futura e Helvetica são exemplos de tipos. As variações dessas letras (light, itálico e negrito, por exemplo) de uma determinada família são as fontes desenhadas para a elaboração de um conjunto completo de caracteres que consta do alfabeto em caixa alta (“maiúsculas”) e caixa baixa (“minúsculas”), números, símbolos e pontuação.
Os tipos constituem a principal ferramenta de comunicação. As faces alternativas de tipos permitem que você dê expressão ao documento, para transmitir instantaneamente, e não-verbalmente, atmosfera e imagem.
No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses fatores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado. No caso da mídia impressa, designers gráficos costumam se preocupar com a escolha do papel adequado, da tinta e dos métodos de impressão.
O conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham com diagramação, ou seja, na relação de texto e imagem. Logo a tipografia é um dos pilares do design gráfico e uma matéria necessária aos cursos de design. Para o designer que se especializa nessa área, a tipografia costuma se revelar um dos aspectos mais complexos e sofisticados do design gráfico.

Classificação das fontes

Na tipografia, as fontes são classificadas em 4 grupos básicos: as com serifas, as sem serifas, as cursivas e as fontes dingbats. Mas não se engane: ainda existem outras classificações como slab-serif, display, monospaced, gaélico, não-ocidental e muitos outros.
Classificação dos Tipos

Elementos das fontes

Toda e qualquer fonte tipográfica é composto por vários elementos distintos, tais como:
  • Linha de Base (baseline)
  • Linha Central (meanline ou midline)
  • Ascendente (ascender)
  • Descendente (descender)
  • Letra Caixa Alta (upper-case)
  • Letra Caixa-baixa (lower-case)
  • Altura de x (x-height)
  • Cabeça ou Ápice (apex)
  • Serifa (serif)
  • Barriga ou Pança (bowl)
  • Haste ou Fuste (stem)
  • Montante ou Trave (diagonal stroke)
  • Base ou Pé (foot)
  • Barra (bar)
  • Bojo (counter)
Anatomia do Tipo
arranjo de tipos é a seleção de fonte, altura da letra (point size), largura da linha, espaçamento entre-linha (leading) e espaçamento entre-letras (kerning). Tudo isto visa melhorar a legibilidade do texto a ser escrito, facilitando o entendimento dele além de providenciar um conforto aos olhos de quem lê.
Mas não confunda leiturabilidade com legibilidade: Leiturabilidade é relacionada a língua em que o texto é escrito ou entendido – diz respeito a dificuldade da língua em si, e não sua aparência (um texto Shakesperiano em inglês da época possui uma leiturabilidade diferente dos livros da saga Crepúsculo, por exemplo). Já a legibilidade é a facilidade com a qual a mensagem em si (independente da língua) é entendida.

Alinhamento

Há cinco maneiras básicas de organizar as linhas de composição em uma página:
  1. Justificada: todas as linhas têm o mesmo comprimento e são alinhadas tanto a esquerda quanto a direita.
  2. Não-justificada á direita: as linhas têm diferentes comprimentos e são todas alinhadas á esquerda e irregulares a direita.
  3. Não-justificada á esquerda: as linhas têm diferentes comprimentos e são alinhadas á direita e irregulares a esquerda.
  4. Centralizada: as linhas têm tamanho desigual, com ambos os lados irregulares.
  5. Assimétrica: um arranjo sem padrão previsível na colocação das linhas.

Dicas importantes

Alinhamento: Evite alinhamento centralizado em textos longos. O excesso de espaço branco nas laterais tende a fazer a pessoa se perder. Opte por textos alinhados a esquerda, sem justificativa (caso as palavras fiquem com espaçamento grande d e m a i s entre elas)
Contraste: Nunca utilize tipo claro em fundo claro, ou tipo escuro em fundo escuro. Opte sempre pelo contraste. Afinal de contas, texto é para ser lido! Para impressos, o melhor é sempre letra preta no papel branco. Já para os computadores, há muita divergência de opiniões: para muitos, letra branca em fundo preto é menor pois na tela o branco é uma luz emitida, enquanto o preto é ausente (o que supostamente deveria facilitar a leitura além de não consumir tanta energia elétrica). Mas isto ainda é disputado. De qualquer maneira, contraste sempre.
Use apenas uma categoria de fonte: Se você fizer um texto todo com uma fonte serifada, utilize apenas fontes serifadas no resto do texto. Não mude no meio do caminho, pois isso pode trazer uma confusão visual ao leitor. Claro que se você quiser usar uma fonte como título de um texto e prosseguir com uma fonte diferente, manda bala. Mas…
Se for mudar de fonte, deixe óbvio a mudança: Dá pra criar um texto com título em Georgia e corpo do texto em Helvetica (serifada e sem-serifa, respectivamente). Mas deixe óbvio a mudança – use uma cor diferente, um fundo diferente, ou um tamanho de letra diferente. Além de criar um impacto visual melhor, a pessoa não fica achando que o designer errou na hora de utilizar suas fontes.

Infográfico sobre tipografia

E pra facilitar a sua vida, eis um infográfico explicando tudo que falei acima.
O que é tipografia? Um infográfico